1. A ortopedia veterinária atende filhotes ou só animais adultos?
Atende todas as idades. Filhotes também podem apresentar malformações, luxações congênitas ou displasias que devem ser tratadas o quanto antes.
2. O que é displasia coxofemoral e como ela afeta meu pet?
É uma má-formação da articulação do quadril, comum em raças grandes. Causa dor, dificuldade de locomoção e, sem tratamento, pode levar à artrose.
3. O que fazer se meu pet sofreu uma queda ou atropelamento?
Evite movimentar o animal e leve-o imediatamente para uma avaliação ortopédica com exames de imagem. Fraturas e traumas internos podem não ser visíveis.
4. Meu pet está com dor nas patas, mas ainda anda. Devo me preocupar?
Sim. Mesmo que ele continue andando, a dor é um sinal de que algo está errado. Quanto antes for avaliado, melhor o prognóstico.
5. Como identificar se a dor é articular ou muscular?
Somente o exame clínico veterinário pode diferenciar com segurança. Os sintomas podem ser semelhantes e confundir até tutores experientes.
6. Existe tratamento preventivo para problemas ortopédicos?
Sim. Suplementação adequada, controle de peso, ambiente seguro (pisos antiderrapantes) e exercícios orientados ajudam a prevenir lesões.
7. Meu pet precisa de anestesia para fazer exames ortopédicos?
Na maioria dos casos, não. Mas para radiografias específicas ou se o pet estiver agitado ou com dor intensa, sedação leve pode ser indicada.
8. Como é feita a avaliação ortopédica na clínica?
Inclui observação da marcha, palpação das articulações, testes de mobilidade, análise da dor e, quando necessário, exames de imagem.
9. O que é uma ruptura de ligamento cruzado em cães?
É uma lesão comum que compromete a estabilidade do joelho, gerando dor e claudicação. Muitas vezes exige cirurgia e reabilitação.
10. Cães e gatos obesos têm mais problemas ortopédicos?
Sim. O excesso de peso sobrecarrega articulações e músculos, favorecendo lesões, dor crônica e agravamento de doenças pré-existentes.